Profundas raízes começavam a crescer debaixo dos seus pés, penetrando a terra num deleite indescritível. Era a Mãe que o acolhia e Gaia que o abençoava, chamando-o ao contacto com o Seu núcleo cristalino. A Fonte que irradia nas profundezas das Suas entranhas, a mesma que É dentro de nós. Respirou sentindo o alento. A vida a renascer em cada átomo, molécula, em todas as células, ADN. Respirou, respirou e respirou enquanto a consciência se restabelecia e uma onde de prazer percorria os corpos, ainda não integralmente alinhados, murmurando baixinho: - Eu Sou paz. Eu Sou o que Eu Sou.