Roberto Samartim constroi n'o livro do dragom umha comunidade de afetos em que é reelaborada umha mitologia próxima e humilde, umha geografia emocional. A voz desdobra-se, reflexiva, transcendente, para abrir-se a umha multiplicidade de outros/as. Como se fosse a confissom, a conversa, a partilha, a base dessa comunidade.