No final do século XIX, os convivas de um serão
londrino entretêm-se a imaginar o futuro
próximo da humanidade. Das artes, da
literatura. e dos livros. Edison, o inventor do
fonógrafo, acaba de apresentar o cinetógrafo e
Gutenberg parece condenado pela ascensão do
som e da imagem em movimento.
"O livro impresso vai desaparecer", vaticina
uma das personagens.
Publicada em 1895, é uma história
surpreendentemente actual.