¿Nem sentir é possível se hoje se sente como ontem se sentiu¿, escrevia Bernardo Soares, o heterónimo de Pessoa. O Demónio de Sócrates reúne um conjunto de ensaios onde o conhecimento de si se entrelaça com o desejo, a delicadeza ou a identidade pessoal. Trata-se de temas aparentemente heterogéneos, escritos em momentos distintos, que se unificam pela reflexão filosófica.