Nasceu em Angola a 24 de junho de 1969. Doutorada em Estudos Culturais, Mestre em Ciências da Comunicação e licenciada em Psicologia Organizacional. Investigadora no Projeto Género e Performance na Universidade de Aveiro.
É uma contrabandista de sonhos que já escreveu para miúdos há mais tempo do que admite. Em 2008, inventou o "Lénita e o Principezinho Coração de Prata" para a Francisca, e em 2011 homenageou o avô, com o encantador "Ti Manel Xeringa" - personagens que andam por aí algures, provavelmente a tramar novas aventuras.
Desde pequena que acredita no poder mágico das palavras para transformar o mundo. Entre congressos académicos e manifestações ativistas, descobriu que as melhores histórias são aquelas que nos ensinam a ser mais corajosos e solidários.
Vive entre pilhas de livros académicos, que usa como esconderijo para rabiscar histórias mirabolantes, e tem a teoria de que as crianças são os únicos seres humanos verdadeiramente revolucionários, muito embora goste de convencer os adultos de que ainda há muita magia neste mundo caótico.
"Gosto de escrever para crianças porque elas ainda acreditam que podem mudar o mundo, no recreio da escola, antes do lanche."
Bibliografia:
Lénita e o Principezinho Coração de Prata; Editora Labirinto, 2008 (como Carla Ferreira)
Ti Manel Xeringa; Editora Temas Originais, 2011 (como Carla Ferreira)
Ver não custa o que custa é saber ver – A crítica social e política na comunicação visual do Teatro de Revista à Portuguesa no Parque Mayer (1926-2011) – uma análise sócio-semiótica visual; 2014; (como Helena Carla Gonçalo Ferreira)
O Bosque das Palavras Perdidas – Porque todas as palavras são importantes! -; Tecto de Nuvens, 2025
Mais sobre a autora em:
https://www.instagram.com/helenag.ferreira
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