Escrita, digamos, à pressa, em estilo quase coloquial, de conversa amena, sem pretensões filosóficas, esta meditação da belíssima parábola "Bom Samaritano" tem apenas o fim de suscitar nos leitores cristãos uma reflexão "preambular" sobre a razão de ser e o destino do homem, que a fé dá resposta cabal, sempre nova e surpreendente.