Neste ensaio, Rodrigo Magalhães defende que o corpus de obras de Nadir Afonso revela o espaço preferencial de ação desmemoriada e sem linguagem intelectiva para o capturar, sem começo determinado nem fins determináveis.
Dentro dos sobressaltos, dos apaziguamentos, das intempéries, dos magnetismos e perceções infrenes, a sua obra transmite uma secção de acalmia mediada por relações de harmonia com o espaço de envolvência artística.