Mães ou amantes, doidas ou sábias, angélicas ou demoníacas, mártires ou traidoras, guerreiros ou esposas pacientes, mulheres sombrias ou feitas de luz… Eva ou Penélope, Medeia ou Chirin, Aicha ou Teresa d’Ávila, Sarah Bernhardt ou Maria Callas, Isabel, a Católica ou Jiang Qing, Marie Curie ou Lou Andreas-Salomé.
Ei-las aqui, uma centena entre centenas, tais como eram ou como foram sonhadas.
Se os mitos se tornam profanos, o comportamento ante eles é o mesmo de quando eram sagrados - e a humanidade, que se contempla incessantemente, estende o espelho, por vezes, às mulheres célebres.
Porque o mundo terá sempre necessidade de deusas...