Esta obra procura dar a conhecer a história do Movimento de Renovação da Arte Religiosa (MRAR), fazendo um retrato detalhado da sua ação nas décadas de 1950 e 1960. Desejando tornar mais próximo e compreensível o percurso histórico deste movimento, considerou-se que a abordagem no estilo narrativo seria a mais adequada. Os acontecimentos estão deste modo apresentados e articulados segundo uma ordem cronológica, recorrendo-se frequentemente à citação de comentários, pensamentos e ideias expressas então, como forma de garantir a riqueza do discurso original e de lhe garantir uma genuinidade que poderia ser falseada no recurso a palavras nossas.