Conforme prometeu no livro Akhenaton — A Revolução Espiritual do Antigo Egito, Radamés retorna à literatura espiritualista, agora como Natanael, chefe de uma das doze tribos de Israel, para dar continuidade aos relatos da saga da implantação do monoteísmo na Terra. Com a mesma riqueza de detalhes das obras anteriores, Hermes orienta o autor a narrar os fantásticos acontecimentos que precederam o êxodo dos judeus à Terra Prometida, numa linguagem clara e desprovida de simbolismos, ao contrário do que acontece nas incoerentes e fantasiosas descrições dos textos bíblicos.