Joaquim Alves Correia de Araújo, médico, partiu de Requião para a guerra. Foi mobilizado para África, Moçambique. Partiu de uma aldeia, situada perto de Vila Nova de Famalicão. Partiu já na fase final da guerra, em 1917. Portugal já era beligerante, desde Março de 1916; na sequência da declaração alemã de guerra, reagindo ao aprisionamento dos navios alemães e austríacos sitos em águas portuguesas determinado pelo governo português. Até então, o País mantinha a condição de neutral, embora o envio de tropas para África decidido logo no início da guerra, em Agosto de 1914. Joaquim Alves Correia de Araújo integrou a quarta expedição enviada para Moçambique, como alferes. Partiu com algum dinheiro no bolso, um relógio no pulso, e um caderno em que escreveu o seu diário (…) (Do prefácio de Maria Fernanda Rollo)