«Passados todo o dia numa imensidão de areia, sem limite em nenhuma das direcções. Uma espécie de ténéré, aquilo a que os ingleses do deserto líbio chamam um Sand Sea, a perder de vista.
É um pouco desencorajador, alem do mais porque não há vegetação e, consequentemente, não há alimento para os animais.
Aqui e acolá, alguns tufos de sbot seco, outrora vivo, provavelmente há alguns anos, quando choveu nesta região deserdada.
Actualmente, está tudo seco, nem um ramo de erva; aliás, também não há pegadas de animais, não há pegadas de fenecos, pegadas de roedores, nem mesmo vestígios de insectos. É uma região abandonada pelos seres vivos, mas ainda assim é preciso atravessá-la para chegar aos afloramentos rochosos que procuramos.»