Tendo como objeto de estudo a cobertura portuguesa das eleições para o Parlamento Europeu, esta obra analisa vários aspetos-chave do processo de intercomunicação entre diversos atores sociais: políticos, assessores de imprensa, jornalistas, utilizadores de redes sociais e eleitores. Numa época em que se assiste a uma desintermediação da informação, os jornalistas ganham uma responsabilidade acrescida.
O desejável cultivo de uma democracia transnacional requer, por isso, políticos que não convertam a corrida ao Parlamento Europeu em pseudoeventos e uma comunicação social que não despolitize as massas ou fragilize o seu direito de participação democrática.