Após trinta anos de nutrição artificial, por sonda ou parentérica, que determinou um renovado interesse pela nutrição oral, também como terapêutica, continuamos a verificar situações de doentes mantidos em regimes de jejum ou semi-jejum, por tempo indeterminado, sem a menor preocupação quanto às consequências nefastas em termos funcionais, de mobilidade e qualidade de vida.Temo-nos mantido coerentes na nossa prática: a primeira via de nutrição é a oral, com alimentos correntes, como alternativa a nutrição entérica, como último recurso a nutrição parentérica.|Os critérios internacionais de qualidade em cuidados de saúde exigem a integração e implementação da terapêutica nutricional. Estranha, a existência de regulamentação para o que é um direito fundamental e essencial para a vida: a Nutrição