Essa obra traz o manifesto de quatro mosqueteiros da pedagogia, que não a querem salvar, mas, sim, clamam pelo seu respeito. A pedagogia sempre
corre o risco de ser aniquilada e requer, hoje especialmente, uma explicitação e uma confrontação. Os autores fazem disso uma tarefa e um dever nas
contribuições direcionadas a um mesmo desafio: manifestar a natureza, o sentido e a urgência da pedagogia. Jean Houssaye denuncia o
não-reconhecimento e a incompreensão que ela sofre. Michel Soëtard delimita o espaço próprio da pedagogia. Daniel Hameline enuncia as condições
de validação de tal espaço. Michel Fabre define as possibilidades de construção dentro desse espaço. Veremos que é preciso continuar a se manifestar
pela pedagogia, pois "a pedagogia é legítima".