Os Livros Vermelhos têm sido reconhecidos, pelas entidades responsáveis pela conservação da natureza, as organizações não-governamentais, a comunidade científica e os decisores de projectos com incidência no ordenamento e gestão do território, como elementos de consulta e instrumento de apoio à tomada de inegável utilidade. Neles se indica o estatuto de ameaça das espécies selvagens, de acordo com critérios quantitativos para avaliar níveis de risco de extinção e, ainda, informação sobre as populações, causas de ameaça e medidas de conservação.