Esta introdução ao Estudo da Medicina Experimental é, para nós, um pouco daquilo que O Discurso do Métido foi para os séculos XVII e XVIII. Tanto num cado, como no outro, encontramo-nos perante um homem genial que começou por fazer grandes descobertas, e em seguida se interrogou acerca do que seria necessário para as pôs em prática: caminhada aparentemente paradoxal e portanto simplesmente natural, esta forma de proceder tem sido inúmeras vezes tentada mas nunca alcançada.