Os ideais de felicidade, exclusivamente fundados no sucesso, na posse e no sexo, mais uma
vez, foram postos à prova pela recente crise que determinou a erosão súbita de fortunas e
seguranças, com desmoronamento de carreiras e de casamentos.
Milhões de pessoas, perante o esboroamento desses ideais transformados em ídolos, viram-se
mergulhadas na amargura, na incerteza e na solidão, vendo desvanecidos, numa
miragem, o «garantido» sentido das suas vidas.
O que sustentava, então, essa aparente promessa de felicidade?