«Ao pensarmos juridicamente em língua portuguesa, devemos estender o nosso território normativo a outros ordenamentos jurídicos e, com eles e por eles, refletirmos e aprendermos. É isso o que todos devemos fazer quando se parte de uma academia, de uma Faculdade, de uma Universidade que têm vocação internacional. De uma universidade que, para mais, se assume e identifica como lusófona.»