A naturalização da crise na vida quotidiana, a sua dimensão retórica e colonizadora, expande-se ao território da arte, revelando que continua a ser o universo da valorização económica o universo de referência que enquadra a obra e a qualifica como tal. Não se pretende reforçar o discurso em torno da crise da crítica da arte, mas, antes, pensar a possibilidade operativa desta prática face à morfologia do campo alargado da arte.