O desporto, sobretudo o desporto de alto rendimento, é uma atividade de fronteira. Conduz o humano à fronteira de si mesmo. E supera permanentemente essas fronteiras.
Ou então, alarga-as cada vez mais, com inevitável impacto sobre a definição do humano e dos seus limites.
Este é o lugar de novas interrogações acerca do desporto, enquanto expressão de um renovado humanismo.