D. Manoel era um sonhador. Sonhava com um mundo melhor e, ao longo de uma vida, foi protagonista das dificuldades, das escolhas que tornam um ser humano resiliente. O seu olhar matreiro, exigente, atravessa este livro nas suas várias dimensões e facetas. Vivências transparentes que ele nos apresenta despidas de preconceitos, onde a família tem um especial destaque.
Um retrato humilde de uma época, ou a necessidade de, tal como realçou Annie Ernaux, "salvar qualquer coisa do tempo onde não voltaremos a estar".