"As literaturas africanas estão mais vivas do que nunca e os escritores, críticos como sempre", afirma o autor.
Questões como a cumplicidade luso-brasileira na identidade e identificação das literaturas africanas, a negritude entre os africanos de língua portuguesa e a nova produção da literatura angolana são alguns dos temas agora compilados e que foram já objecto de comunicações em seminários diversos, em Portugal, África e Brasil.