«Vivia Narciso longe dos afectos, não percebendo o amor, essa força que tudo vence, que leva quem a experimenta à plena força anímica que abre as cortinas do mundo. E porque esse entendimento lhe estava vedado, não podia, portanto, ter ou adquirir o conhecimento de si, já que, dentro dele próprio, afinal, nada se passava.»