Quando ela nasceu, era uma coisinha branca tão
insignificante que cabia na palma da mão; mas
por ter um par de orelhas pretas e uma caudinha
atrás, reconhecemos que era um cão, e como
queríamos muito um cão menina, demos-lhe o
nome de Dáchenka.
Enquanto coisinha branca insignificante, era
cega, sem olhos e, quanto às patinhas, bom, tinha
ali dois pares de qualquer coisa a que poderíamos
chamar, com boa vontade, de patas.