No Conto vive-se a magia do sonho e da realidade e nele se enlaçam a vida e a morte, o tempo e a eternidade no desejo de atingir a dimensão do intocável sempre consentido pelo livre-arbítrio; pelo conto entramos e saímos da antropologia real e imaginária, mergulhados na moral e na ética.
O conto é a mais perfeita e simples forma de dizer os instintos, os afectos, os sentimentos, os sonhos, o insight, a razão do limitado teatro da vida. o conto - como a poesia - é o sítio apropriado do assertivo e do inusitado, entrosados no desconcerto do mundo.