Numa altura em que a recessão está instalada, e as estatísticas colocam as empresas portuguesas nos lugares finais da concorrência e competitividade em relação às suas congéneres europeias, e numa altura em que vários países do Leste Europeu se preparam para introduzir mais um elemento de competitividade, torna-se essencial sobreviver aos problemas.
Adaptar, é essa a palavra de ordem que se escuta em todo o lado. Dinamizar e redimensionar a empresa para os tempos difíceis. É sempre complicado ter de escolher por onde cortar, ter que mexer em estruturas estabelecidas e que, a seu tempo, deram comprovados resultados.