Bom Dia, Preguiça! é um livro irreverente e cínico, segundo a própria autora. É uma crítica à empresa por não ser uma entidade humanista que não gosta das pessoas e não respeita os valores que defende, como atestam os escândalos financeiros que abundam actualmente e os planos sociais que não dão em nada. Bom Dia, Preguiça! alega que a empresa é uma fonte de prazer, excepto quando, como no caso deste livro em que é usada para nos divertir. É de facto um livro realista que procura desmascarar as premissas mais hipócritas das instituições actuais.