Num mundo futuro, a linguagem, a escrita e a arte não são exclusivamente humanas. Em Autobiografia de um Polvo (2021), vários relatos de uma comunidade científica imaginária revelam-nos a poesia das aranhas, a arquitectura entre os combates e os aforismos efémeros de um polvo.
Histórias que as espécies contam desde o início dos tempos são debatidas por cientistas internacionais, mensagens da terra, do mar e do ar escutadas finalmente pela humanidade.