A história de qualquer homicídio é a história das pessoas que
morrem, das pessoas que matam e das que tentam encontrar os
responsáveis pelo crime. São histórias de crimes cometidos por
dinheiro, por ciúme, por loucura. As armas são pistolas, caçadeiras,
facas ou as próprias mãos. Os assassinos são homens e mulheres,
novos e velhos. Desde o pacato cabo da GNR que matou três
raparigas, ao reformado que um dia assassinou metade de uma
aldeia e se suicidou, passando pelo famoso caso da Praia do Osso
da Baleia e pela sucessão de mortes ligadas aos estranhos
negócios da noite do Porto. A psicologia do assassino é um mistério
difícil de desvendar. Mas será que os portugueses têm um modo
especial de matar?