Se é verdade que a busca de alterações do estado
de consciência é, no ser humano, tão antiga quanto a própria
existência, e se esse fascínio por modificar tal estado o leva a
procurar substâncias que o transportem para o universo do
desconhecido, não é menos verdade que, vivenciadas tais
experiências, os efeitos psicotrópicos experimentados o
levaram a utilizar as substâncias psico-activas numa direcção
diversa do original.