A palavra tem de ser dada à sociedade civil.
As injustiças ou as dificuldades do mundo levam os cidadãos a organizarem-se para construir uma inteligência colectiva. Em que condições podem eles ser competentes e legítimos perante a complexidade contemporânea?
Na vida quotidiana, através das nossas emoções e das nossas questões, como facilitar o debate colectivo? Como dar vida a um espaço público local e mundial?
Nesta obra são formalizadas quatro inteligências cidadãs a partir das componentes comuns da palavra humana. As competências requeridas pelo exercício da cidadania contemporânea são identificadas ao longo de um trabalho que valoriza inúmeros recursos culturais. A urgência está na educação.
Apesar das mobilizações colectivas, as referências democráticas tornam-se demasiado frágeis nas nossas sociedades mediáticas e comerciais.
Este livro propõe referências para todos os que têm a seu cargo a formação ou a educação, os que se dedicam à acção política, social e cultural ou que se dedicam às exigências do desenvolvimento colectivo durável.