«Entremos, pois, nesta cidade e comecemos o ofício do desvendamento dos caminhos iniciais e iniciáticos. Seu nome - Ars Rosae ou A Arte de Rosear - fornece-nos a chave de acesso, ao mesmo tempo que nos adverte para a necessidade de atenção aos pequenos sinais distintivos, algumas encruzilhadas que nos convidam à lentidão. Na verdade, aquilo que parece ser o título latino e a sua tradução é, afinal, um jogo disjuntivo de dois títulos alternativos - Ars Rosae ou A Arte de Rosear - um jogo travesso de promissoras polissemias associadas à rosa que será leitmotiv, símbolo e âncora organizadora de todo o livro.»
Elisa Costa Pinto in Prefácio