É muito oportuno, no contexto, recordar os vultos
fundamentais da República. E é oportuníssimo juntar
aos habituais outros menos lembrados, que deram uma
contribuição essencial para que o regime não se
esgotasse na sua primeira vigência.
Em António Lino Neto tudo é significativo. O seu
percurso de Mação a Coimbra, de Portalegre a Lisboa,
dir-se-ia vir do Portugal profundo à profundidade nova
que Portugal ganharia: do primeiro, o interesse pelo
município e a agricultura; da segunda, o re(encontro) do
mais comum, como cidadania, e do mais englobante,
como interesse nacional.
Isto mesmo lhe deu outra largueza nos relacionamentos
e mais essencialidade nas Ideias.