Eugénio de Castro (1869-1944) foi o introdutor do Simbolismo em Portugal, com o livro de poemas Oaristos (1890). A esta fase simbolista sucede uma outra, de feição neoclássica, já aparente em Silva (1894) e, mais tarde, em Salomé e Outros Poemas (1896), Constança (1900) ou A Fonte do Sátiro (1908). As últimas obras do autor correspondem a uma maior simplificação da sua escrita poética, inspirada na poesia tradicional.(...)