«É, este, um trabalho de muito mérito, pelo propósito e fidelidade e, até, pela forma. É, também, tentativamente abrangente, porque, para este trabalho, solicitou a colaboração de todos os militares que intervieram na revolução e no seu tão agitado percurso até à institucionalização da Democracia Constitucional Pluralista e, mesmo, até à sua consolidação (corporizada pela primeira revisão constitucional de 1982). Nem todos, por razões diversas, aceitaram participar. Contou, felizmente, entre outras, com a colaboração do General Garcia dos Santos, que teve um papel de ímpar importância e permanente.