O recente livro de Rui Rocha, A Oriente do Silêncio, traz para o seio da poesia escrita em português todo um olhar relativo ao mundo, à natureza e ao outro, que não se inscreve numa tradição de cariz discursivo e logicista como é a ocidental.
Victor Oliveira Mateus
Nesta gritaria de individualismos exacerbados em que hoje vivemos, a Ocidente, nesta vertigem em que transformámos os nossos dias e ameaça converter-nos em máquinas pós-humanas, é cada vez mais urgente parar, refazer o caminho. É cada vez mais urgente escutar a voz do silêncio, senti na pele o pulsar de uma natureza de que há muito culturalmente nos afastámos.
Isabel Cristina Mateus