Bertrand.pt - A Mãe de George
Opinião dos leitores
(2)

A Mãe de George

de Stephen Crane 

Editor: Alfabeto
Edição ou reimpressão: janeiro de 2011
14,00€
Esgotado ou não disponível

Entre 1850 e 1880, a população de Nova Iorque tinha duplicado, de 500 mil habitantes para mais de um milhão, o que deu origem a uma nova classe de cidadãos, comprimidos em miseráveis bairros de moradias. A Bowery era uma espécie de albergue de criminosos de rua, vagabundos e prostitutas, delimitado por Park Avenue, a Sul. Nessa época, muitos dos jornais importantes de Nova Iorque tinham sede nas imediações, pelo que Stephen Crane foi atraído por esta zona de Manhattan, convencido de que nunca escreveria algo de verdadeiro se não tivesse contacto com as duras condições de vida na Bowery.

  • Nova Iorque, fins do séc XIX
    Maria Teresa | 23-10-2011

    "A Mãe de George” foca a inadaptação de duas pessoas: a mãe, já idosa, e o filho George, um operário (“trabalhava com os músculos”) à vida em condições miseráveis, nas imediações de Nova Iorque, e ao trabalho do qual ele não tira qualquer satisfação. Sendo apenas um meio de subsistência, torna-se, ao longo do tempo, um fardo cada vez mais penoso. A Mãe, de quem ele gosta, sufoca-o e oprime-o com o amor obcecado que lhe dedica. Fisicamente frágil, mas dominante, abafa a personalidade do filho e massacra-o, porque ele não é como ela desejava que fosse. O objectivo da vida da Mãe é George e a vida de George não tem objectivo. A preocupação obsessiva da Mãe em salvá-lo, através de uma religião que nada lhe diz, leva-o à fuga, à procura de escapes e à degradação final. Escrita há cerca de cem anos, traduzindo embora uma realidade situada no espaço e no tempo, é uma história que mantém um interesse actual.

  • Nova Iorque, fins do séc XIX
    Maria Teresa | 23-10-2011

    "A Mãe de George” foca a inadaptação de duas pessoas: a mãe, já idosa, e o filho George, um operário (“trabalhava com os músculos”) à vida em condições miseráveis, nas imediações de Nova Iorque, e ao trabalho do qual ele não tira qualquer satisfação. Sendo apenas um meio de subsistência, torna-se, ao longo do tempo, um fardo cada vez mais penoso. A Mãe, de quem ele gosta, sufoca-o e oprime-o com o amor obcecado que lhe dedica. Fisicamente frágil, mas dominante, abafa a personalidade do filho e massacra-o, porque ele não é como ela desejava que fosse. O objectivo da vida da Mãe é George e a vida de George não tem objectivo. A preocupação obsessiva da Mãe em salvá-lo, através de uma religião que nada lhe diz, leva-o à fuga, à procura de escapes e à degradação final. Escrita há cerca de cem anos, traduzindo embora uma realidade situada no espaço e no tempo, é uma história que mantém um interesse actual.

A Mãe de George
ISBN: 9789898475022 Ano de edição ou reimpressão: Editor: Alfabeto Idioma: Português Dimensões: 129 x 201 x 13 mm Encadernação: Capa mole Páginas: 152 Tipo de Produto: Livro Classificação Temática: Livros  >  Livros em Português  >  Literatura  >  Romance

Sugestões

Quem Nunca Morreu de Amor
10%
portes grátis
16,00€ 14,40€
Lua de Papel
O Ano da Morte de Ricardo Reis
10%
portes grátis
10% Cartão Leitor Bertrand
17,70€
Porto Editora
X
O QUE É O CHECKOUT EXPRESSO?


O ‘Checkout Expresso’ utiliza os seus dados habituais (morada e/ou forma de envio, meio de pagamento e dados de faturação) para que a sua compra seja muito mais rápida. Assim, não tem de os indicar de cada vez que fizer uma compra. Em qualquer altura, pode atualizar estes dados na sua ‘Área de Cliente’.

Para que lhe sobre mais tempo para as suas leituras.