A Gata

de Colette; Tradução: Aníbal Fernandes 

Bertrand.pt - A Gata
Editor: Sistema Solar
Edição: julho de 2026
Portes
Grátis
10%
15,00€
13,50€
Em stock online

Uma história de animal
com a sua superior animalidade
perturbada pela baixeza dos homens.

Críticas
«Nos seus livros a mulher não se furta a um incitamento dos sentidos muito feminino, o que fez André Maurois escrever: «Ela representa qualquer coisa única. Foi a primeira mulher a escrever como mulher. George Sand, essa, tinha temas de homem.»
Esta Colette não esmorecida por anos de casamentos pouco entusiasmantes, começou a publicar ficções enaltecidas pela crítica e pelos seus leitores; foi autora de sucessivas obras que perduram com assinalável evidência no mundo editorial francês, e entre elas não poderão deixar de citar-se, pelo menos, Chéri, La Fin de Chéri, La Vagabonde, Le Blé en herbe, La Seconde, La Naissance du jour e, claro está… A Gata, publicado em 1933.
É curioso que neste mesmo ano tenha sido publicado na Inglaterra outro livro — o Flush de Virginia Woolf — com a mesma singularidade de um animal posto no centro de um tema. (Dez anos antes tinha aparecido Bambi, Eine Lebensgeschichte aus dem Walde, do austríaco Felix Salten e transformado em 1942 numa longa-metragem de desenhos animados produzida por Walt Disney. Só era, no entanto, uma história de animais com a sua superior animalidade perturbada pela baixeza dos homens.) O texto de Flush, desviado explicitamente da novela para se intitular biografia, utilizava o cocker spaniel de Elizabeth Barrett Browning como pretexto literário e para dar largas, num brilhante exercício de escrita, à imaginação de um mundo humano com subtilezas sentidas pelos olhos de um animal. Colette, essa, imaginava na sua Gata o animal doméstico dotado de seduções capazes de inspirar um amor rival e triunfante sobre as exclusividades instituídas pelo amor entre cônjuges, de suscitar um ciúme ameno mas intranquilo e, em maus momentos, até susceptível de resvalar a um desejo de crime.
Colette fez uma tentativa de paz conjugal com mais um casamento. Em 1935 quis curar a desilusão de Jouvenel com Maurice Goudeket, que também não foi satisfatório. Surge então a Colette solitária e sentada com gatos no colo a uma janela do Palais-Royal, tolhida por uma artrose na anca e a mexer-se pouco ou quase nada, a falar de janela para janela com Cocteau; a que nos diz em La Vagabonde: «A solidão… a liberdade… o meu trabalho… a nova preocupação de ser eu a ganhar para comer, para o meu vestido, a minha renda… Foi isto, de imediato, o que me calhou, mas também a desconfiança selvagem, o asco ao meio em que vivi e sofri, um estúpido medo do homem, dos homens e também das mulheres.»; e a que também escreve esta frase em Paysages et portraits: «a ilusão da liberdade vale a liberdade.»»
Aníbal Fernandes

A Gata
de Colette 
ISBN:
9789895682683
Ano de edição:
07-2026
Editor:
Sistema Solar
Idioma:
Português
Dimensões:
149 x 205 x 10 mm
Encadernação:
Capa mole
Páginas:
144
Tipo de Produto:
Livro
Classificação Temática:
EAN:
9789895682683
10% cartão
portes grátis
7,50€

10% cartão
portes grátis
7,50€

10% cartão
portes grátis
24,25€

poupe 2,43€

Cheri

de Colette 

10% imediato
portes grátis
14,99€ 16,65€

Gigi

de Colette 

X
O QUE É O CHECKOUT EXPRESSO?

O ‘Checkout Expresso’ utiliza os seus dados habituais (morada e/ou forma de envio, meio de pagamento e dados de faturação) para que a sua compra seja muito mais rápida. Assim, não tem de os indicar de cada vez que fizer uma compra. Em qualquer altura, pode atualizar estes dados na sua ‘Área de Cliente’.

Para que lhe sobre mais tempo para as suas leituras.