O Autor analisa a reivindicação religiosa de grupos que justificam a violência em nome de Deus. E analisa também as acusações de alguns às religiões, consideradas intrinsecamente violentas e geradoras de violência - em particular as religiões monoteístas. Procurando distinguir o Deus invocado da invocação que é feita para justificar a violência e o terror, a reflexão do Autor leva a concluir pela necessidade de purificar as religiões das contaminações de violência a que estão continuamente sujeitas por parte dos crentes.