Enquadra a filosofia metafísica portuguesa na filosofia europeia contemporânea. Classifica-a como espiritualista em oposição ao materialismo histórico, ao cientismo e ao positivismo; como idealístico-gnóstica em oposição ao empirismo, ao idealismo fenomenista e ao racionalismo areligioso; como neo-pagã, em oposição ao cristianismo enquanto religião institucionalizada na Igreja Católica.