Trata-se de um texto que é sobretudo um hino à natureza. Há um constante diálogo verdadeiramente exemplar entre uma Borboleta e um Diospireiro.
Revela vozes naturais, profundas, imensas onde os valores são realçados.
Sabe transmitir harmonia, beleza, liberdade tão bem denunciadas por um simples e perfeito inseto e uma árvore, conjugando o fruto e o sangue que iluminou os antigos Gregos e os próprios deuses. Apesar da diferença são bem nítidos os radiosos afetos. Existe ainda um apelo ao amor, à paz entre todos os seres vivos do nosso universo.