Joana caminhava pelo campo aberto. Eram bem visíveis as árvores que afinal testemunhavam igualmente um amplo espaço maior do que uma janela aberta. Porém, a partir de determinado instante, de forma inesperada, as suas atenções estavam viradas para uma outra circunstância. Joana apercebia-se da presença de um Escorpião, ali perto, entre águas, pedras e terras soltas. E o que era curioso e raro é que o animal não tinha a cor negra mas evidenciava, perante a luz, outros tons intermédios em que predominava o azul.