Factotum

de Charles Bukowski; Tradução: Vasco Gato 

Bertrand.pt - Factotum
Opinião dos livreiros
(1)
Opinião dos leitores
(6)
Editor: Alfaguara Portugal
Edição: março de 2017
Portes
Grátis
10%
18,35€
Poupe 1,84€ (10%) Cartão Leitor Bertrand
Em stock online

Uma cerveja, um engate. Mais um copo, mais uma mulher.
Aventuroso e obsceno, divertido e desesperado, desbocado e ao mesmo tempo lírico, Factótum é o segundo romance do grande Charles Bukowski, nunca antes publicado em Portugal.
Uma espécie de retrato do artista enquanto jovem, este é decididamente um dos melhores e mais marcantes escritos do autor americano.

  • Uma boa entrada no mundo de Bukowski
    Luis Soeiro - Livreiro Bertrand Norteshopping | 07-03-2019

    É um livro pequeno, mas grande em conteúdo. Bukowski não é conhecido pela subtileza ou pela simpatia. Bturalidade, machismo e arrogância são os principais condimentos da sua escrita. Mas é nessa sinceridade que está o charme da sua obra. Profundamente autobiográfico, como praticamente tudo o que escreveu, impressiona pelo realismo das situações.

  • Não falha!
    Francisco Rodrigues | 12-03-2026

    Bukowski foi-me apresentado por uma funcionária Bertrand que curiosamente nunca o tinha lido (era livro da semana). Melhor coisa que podia ter feito. Já vou no sexto livro do homem e não vou parar por aqui.

  • Bom livro
    Art vandaley | 20-08-2025

    Do género do livro "Correios"

  • CHINASKI É GENIAL, CONTROVERSO E CHEIO DE HUMOR
    Pedro Rebelo | 22-08-2020

    Charles Bukowski um autor controverso, ora adorados por muitos, ora odiados por outros. Tive o prazer de ler outro livro dele, talvez o mais conhecido "Mulheres" e lembro-me de ter gostado imenso, o que me fez comprar alguns volumes dos livros deles nas últimas feira do livro de Lisboa. Nas primeiras páginas, somos confrontados pelo regresso da Chinaski à casa dos pais. No entanto este trajecto não dura muito, porque Chinaski percebe que ficaria mais barato arrendar um apartamento do que ficar na casa dos pais. Para além disso, os pais não compactuam com a sua vida de bêbado, inclusive no livro, assistimos a uma disputa bastante acesa, sendo mais um motivo para Chinaski sair. Tal como "Mulheres", em Factotum, o autor trás a personagem dos seus livros, Chinaski. Homem solitário, bêbado, mulherengo, irresponsável no trabalho, Chinaski quer apenas aproveitar a vida da melhor forma. Chinaski não compreendia como é que seria possível existirem empregos onde o início da actividade laboral começava às 6h da manhã, mas acreditava que a bebida era uma escapatória para tornar a sua vida mais fácil, o que nem sempre era assim. "Sinceramente, horrorizava-me a vida, aquilo que um tipo tinha de fazer só para poder comer, dormir e andar vestido. De maneira que fiquei na cama a beber. Quando bebemos, o mundo continua lá fora, mas por instantes, deixa de nos sufocar." (...) "Uma cerveja, um engate. Mais um copo, mais uma mulher". No entanto, Chinaski, reconhecia que não estava fácil arranjar trabalho principalmente durante a 2ª Guerra Mundial , muito menos com o acumular de despedimentos que o seu currículo acumulou: " E os empregos que tinham sido sempre difíceis de arranjar tornaram-se ainda mais difíceis" A carreira não é algo que ele pense. Para ele a bebida e mulheres, está sempre em 1º lugar. O pior é que a bebida em muitas ocasiões sobe-lhe a cabeça. Tão bêbado que fica, que não sabe o que faz. "- Fiz mais alguma coisa? - Põe-se a dar um sermão sobre como gerir o hotel. O senhor Pelvington está na hotelaria há trinta anos. Deu-lhe o conselho de as prostitutas se cingirem ao primeiro piso e que deveriam ser submetidas a exames médicos regulares. Não temos prostitutas neste hotel, senhor Chinaski" (...) "-Também disse ao senhor Pelvington que só eram precisos dois elementos no cais de carga em vez de dez e, que os roubos diminuíram se cada empregado levasse para casa todas as noites uma lagosta viva, numa gaiola especialmente concebida para o efeito que pudesse ser transportada em autocarros e eléctricos - A senhora Farrington tem um grande sentido de humor" Neste livro é nos contada as aventuras de Chinaski em várias funções ao longo do tempo e as várias mulheres com quem ele se envolve, com as suas histórias caricatas e divertidas. Achei interessante que num dos primeiros empregos referidos no livro, Chinaski questione o patrão para receber um aumento, equivalente ao do motorista que estava na empresa há dois anos. O patrão diz-lhe que não é possível, e ele despede-se (assim, sem mais nem menos, sem perspectivas). Por consequência, arranja outros trabalhos a auferir salários menores. Nota-se que é uma personagens, em que o planeamento não faz parte do seu ser. Vive do agora. No geral, dou ao livro 5 estrelas. Não consegui parar de ler de assentada todos as confusões em que esta personagem se mete e a maneira caricata como as resolve.

  • Uma história de sobrevivência
    Henrique Fialho - Livreiro Bertrand La Vie Caldas da Rainha | 13-09-2017

    Publicado pela primeira vez em 1975, é o segundo romance de Bukowski. Os leitores portugueses têm agora acesso, na língua de Camões, a todos os romances escritos pelo maldito dos malditos norte-americanos. Chinaski salta de Nova Orleães para Los Angeles, passa por El Paso, vai a Nova Iorque, regressa a Los Angeles, anda por Filadélfia, St. Louis, Miami, emprega-se a distribuir revistas, num armazém de peças sobressalentes, na publicidade, numa fábrica de biscoitos de cão, como funcionário de expedição numa loja de roupa feminina, num armazém de bicicletas, num outro de peças para carros, numa loja de roupa, numa empresa de luminárias fluorescentes… De cidade em cidade, aguenta-se tão pouco nos inúmeros ofícios que vai fingindo que desempenha como com as inúmeras mulheres com que se vai cruzando. A história de sobrevivência deste assumido falhado é a de alguém sem outra ambição que não seja a de manter-se vivo.

  • A arte de ser um idiota
    Ana Filipa Sousa - Livreira Bertrand Leiria Shopping | 10-04-2017

    Foi a primeira vez que "conheci" Henry Chinaski, um idiota que sabe que é um idiota e simplesmente o aceita. Tudo parece distante e transitório, nada realmente importa para ele, a vida é apenas esta "coisa que está acontecendo". Como se sente inapto decide não investir muita emoção nas coisas do dia-a-dia, fazendo apenas o essencial para sobreviver. Procurando trabalho apenas quando realmente precisa, de modo a poder comprar mais bebidas e assim evitar sentimentos de alienação. Bukowski tem o dom da realidade crua e da escrita sem rodeios, com bastante humor em cenas caricatas como "nada pior do que terminar uma boa cagada, esticar a mão e encontrar um rolo de papel higiénico vazio. Mesmo o ser humano mais monstruoso sobre a face da terra merece papel higiénico para limpar o rabo."

  • "Quando bebemos, o mundo continua lá fora, mas por instantes deixa de nos sufocar."
    Patrícia Semedo - Livreira Bertrand Chiado | 23-03-2017

    Mais um livro onde a personagem principal é um retrato do autor aquando jovem, sempre acompanhado da típica iónia que tão bem conhecemos de um dos mais marcantes escritores americanos. Cerveja, mulheres e pensamentos realistas sobre o que é a vida, chega-nos mais um Bukowski.

  • ver menos comentários ver mais comentários
Factotum
ISBN:
9789896652036
Ano de edição:
03-2017
Editor:
Alfaguara Portugal
Idioma:
Português
Dimensões:
151 x 233 x 12 mm
Encadernação:
Capa mole
Páginas:
192
Tipo de Produto:
Livro
Classificação Temática:
EAN:
9789896652036

Quem comprou também comprou

A Possibilidade de uma Ilha
10%
portes grátis
10% Cartão Leitor Bertrand
22,95€
Alfaguara Portugal
A Sangue Frio
10%
portes grátis
10% Cartão Leitor Bertrand
21,90€
Dom Quixote
X
O QUE É O CHECKOUT EXPRESSO?

O ‘Checkout Expresso’ utiliza os seus dados habituais (morada e/ou forma de envio, meio de pagamento e dados de faturação) para que a sua compra seja muito mais rápida. Assim, não tem de os indicar de cada vez que fizer uma compra. Em qualquer altura, pode atualizar estes dados na sua ‘Área de Cliente’.

Para que lhe sobre mais tempo para as suas leituras.