Um thirller psicológico cheio
de reviravoltas e de ritmo alucinante
que leva um inocente jogo infantil
ao seu extremo mais aterrador e diabólico.
Num frio e chuvoso Dia de São Valentim, uma mulher regressa a casa inquieta e apressada; há algum tempo que recebe mensagens de texto anónimas, e tem andado atenta a qualquer movimento à sua volta. Assim que chega a casa, coloca um novo cartão no telemóvel e avisa a filha do novo número. Por um momento, sente-se segura, até receber a notificação de uma nova mensagem, o que significa não só que não conseguiu escapar ao seu perseguidor, como também que ele está muito perto. Pouco depois, a mulher desaparece.
A investigação fica a cargo de Naia Thulin e Mark Hess. Este será o primeiro de vários casos que seguem um padrão muito semelhante, e Thulin e Hess não tardam a estabelecer a relação com o homicídio por resolver de uma estudante de dezanove anos e com um outro caso arquivado há mais de trinta anos, quando uma divertida excursão escolar se transformou num pesadelo em que uma criança foi morta e desmembrada, assim como uma cria de cuco. Todos os casos envolvem um perverso jogo de escondidas, acompanhado de uma lengalenga assustadora. Conseguirão Thulin e Hess encontrar quem está por trás deste jogo em que o prémio para quem é encontrado é nunca mais ser visto?
Os elogios da crítica:
«Assutador, inteligente e repleto de suspense.»
The Sun
«O noir escandinavo no seu melhor.»
The Times
«Um escritor fascinante... um prodigioso policial.»
Financial Times
«Brutal, arrebatador e com uma base emocional sólida. Sveistrup é um mestre na sua arte.»
Publishers Weekly
«As comparações com Stieg Larsson parecem injustas ... para Sveistrup. Ele está, pura e simplesmente, noutro patamar.»
Metro
«Uma leitura vertiginosa e, sem dúvida, impossível de largar.»
Crime Times
«Uma combinação inteligente de romance policial, thriller político e drama familiar.»
The New York Times
«Søren Sveistrup está de volta. Se O Homem das Castanhas o cativou por completo, A Cria de Cuco vai deixá-lo sem fôlego.»
Berlingske