Os avós, mestres do tempo e do amor
Certo dia, um grande filósofo e poeta chamado Agostinho da Silva disse: «Quando acabássemos, dever-se-ia dizer: morreu um poema.». Isso é especialmente verdade sobre os avós, mestres do tempo, do amor e da poesia. Talvez seja por isso que o mais recente livro de Raquel Patriarca, Os Avós São as Pessoas Preferidas dos Pássaros (Nuvem de Letras), seja uma homenagem que se lê como um poema, àqueles que nos ajudam a voar mais alto, que nos tomam sob as suas asas e que amparam as nossas quedas, até ao seu derradeiro voo.