Nicolau Santos

Nicolau Santos

Nasceu com os pés no mar em São Paulo de Loanda.
O sol, o sal, o sul, são os seus pontos cardeais.
Os amigos são fundamentais, o amor imprescindível, os filhos incontornáveis.
Cedo percebeu que um economista que só saiba de economia será sempre um pobre economista.
Por isso apaixonou-se pela poesia.
Publicou o seu primeiro livro – Os cavalos e os nenúfares – nos anos 80.
Depois, a meias com António Costa Silva, escreveu Jacarandá e Mulemba (2008), Aroma de pitangas num país que não existe (2011), Fotografias lentas do diabo na cama (2014) e No interior da pele a geografia dos poemas (2018). Voltou a publicar a solo (2019).
Na área económica escreveu Portugal vale a pena (2019), foi o moderador de Deus e o mercado (2020), de Vítor Melícias e César das Neves, organizador da coletânea de textos Pensar o Futuro - Portugal e o mundo depois da covid (2020) e entrevistador em Portugal - porquê o país do salário abaixo dos mil euros (2021), de Valadares Tavares e César das Neves. Em 2024 publicou o seu primeiro romance, Amarelo Tango (Oficina do Livro), e em 2025 Bater sempre também cansa… mas às vezes até é pouco (Guerra & Paz), onde conta a história da colaboração de Luiz Pacheco no Diário Económico.
Foi diretor do Diário Económico, Semanário Económico, Público e diretor adjunto do Expresso, onde divulgou semanalmente um poema na sua página de opinião.
Foi presidente da Agência de Notícias Lusa e é atualmente presidente da RTP.

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