Zerbadas, no dizer do prefaciador, oferece-nos histórias contadas numa linguagem coloquial, expedita, agradável ao ouvido e de muito proveito para o espírito. Diz-nos ainda que já conhecia razoavelmente o hábito externo da cidade de Chaves. O rio, as pontes, as caldas, o castelo, as igrejas, os jardins, os fortes, as ruas antigas. Faltava-me este livro para lhe ficar a conhecer o hábito interno. A boémia, a gíria, as figuras típicas, as anedotas, o ambiente de rua, de quartel e de sacristia, as más-línguas, as alcunhas, a ralé de uns, a bacoquice de outros, o ridículo de todos. Um livro interessante.