Este livro reúne textos escritos entre Maio e Outubro de 2010,
publicados no jornal Hoje Macau. Trata essencialmente de
arquitectura e de arquitectos, remete para os mitos, as memórias,
as experiências, as línguas e as escritas dos povos. Em
2010, a festa da modernidade ocorreu em Xangai. A presença
de 200 países com pavilhões próprios e cerca de 50 organizações
internacionais, como as Nações Unidas e a Cruz Vermelha,
contribuíram para que esta tenha sido a maior Exposição
Universal celebrada nos 150 anos de história de tais
eventos.
24 Obras na Vida de uma Exposição. Xangai 2010 é então o
momento em que estes textos se encontram e, em sustentação
recíproca, respiram - entre a efemeridade e a tendencial perenidade
da arquitectura.
De acordo com Augusto Abelaira: "Só se compreende um livro
relacionando-o com outros livros."2 Procurámos saber se para
além de cada arquitectura, uma a uma enunciada, a sequência
de arquitecturas em Xangai constitui um todo.