«Nestas páginas levantaremos a voz para dar uma boa notícia: a novidade de uma nova relação entre os religiosos e os leigos chega com a vivência dos carismas, porque os carismas são propriedade de todos. Isso evita que a vida religiosa seja autorreferencial e torna carismática a vida laical, e ambas referenciais, abertas e acolhedoras.» Um novo paradigma é o que nos apresenta José Arnaiz, pois, segundo ele, estamos a ser agentes e informantes de uma nova realidade - as famílias carismáticas - «em que os institutos se convertem num dos ramos de uma grande árvore. Nela nenhum ramo é dono do resto, nem sequer o tronco e as raízes; todos somos parte, companheiros, amigos, irmãos».